terça-feira, 24 de abril de 2012

Como eu queria que fosse,


            Queria escrever o texto perfeito. Sério, daqueles que você ao ler sentisse um calor estranho dentro do peito, sentisse uma atmosfera pesada como se você estivesse em slow motion.

As palavras escritas teriam feito valer todo seu dia. Traria refrigério ao seu dia cheio de complicações, sua semana atordoada, as palavras atravessadas que você ouviu.

            Gostaria de usar palavras que prendessem a sua atenção. Uma dinâmica em que apesar do texto ter quinze folhas e você estar na primeira linha, o que importa é assimilar o máximo de informação.

            Que ao lerem, as pessoas testemunhassem para seus amigos e colegas, que algo trouxe renovo para sua semana, e estava contido nessas palavras.

Algo diferente, algo superior, algo puro, algo simples, algo impactante, algo que não pudesse ser expresso por palavras, mas sim em sentimentos. Algo que lhes falasse do amor.

            É, simples assim. Queria falar de amor em todos os textos. Aquele que não tem nada a ver com homem e mulher, com sexualidade, com padrão, com regra, com religião.

Quero falar de um amor livre, de uma liberdade no Espírito, quero falar de um Espírito. Sim, por incrível que pareça esse Espírito existe. Quero falar de Deus.
           
Na moral, como na letra de Thalles Roberto – Arde outra vez, eu gostaria de voltar ao início de tudo, da época que sentia a presença de Deus todo dia, da época onde Ele era Senhor, e eu Seu servo, que entendia que recebi o salário antes mesmo começar a trabalhar. Onde conhecia o Seu amor.
           

Antes de mais nada, que você se sinta amado por Deus, e que o Seu amor por sua vida seja mais real que o ar que você respira, tão certo quanto calor do fogo, e qualquer outra referência. Deus te ama.

Que Deus te abençoe,
Que você seja cheio do Espírito Santo.

Colunista           

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