sábado, 28 de janeiro de 2012

Amar é um estilo de vida, e Deus é amor.


Há uma espécie de autopunição, um sentimento negativo dentro do coração das pessoas. Cada um tem dentro de si um sonho, que o mesmo considera impossível de ser realizado.

Algo que traz satisfação plena deixa de ser o alvo a ser conquistado para se tornar “utopia”. Torna-se algo impossível de ser realizado, pelo menos, impossível a quem o deseja.

Existe um pessimismo exagerado, fugindo de uma visão crítica, para uma única visão negativa. O “dar errado” é sempre a opinião defendida, quando dá certo é milagre.

É assim que se encontram a maioria das pessoas. Cheias de sonhos reais, que se tornaram fantasias, para que pudessem alcançar, talvez, o mínimo do que sonhavam. O “novo”, na verdade é velho, está dentro de seus planos há muito tempo, mas não pode se realizar por não adequar-se há padrões.       

Mantenham-se as tradições! 

Jesus viveu como homem, num tempo exatamente como o nosso, com as mesmas ideologias, modo de pensar e de tomar decisões como o citado a cima.

As pessoas ansiavam a vinda do “Messias”. Os profetas já haviam falado sobre a vinda de um menino que traria toda a glória e presença de Deus. O próprio Deus estaria dentre os homens. O servo do Senhor, enviado por Ele, irá se manifestar com grandes prodígios e milagres!

Mas, esse salvador não pode como filho de carpinteiro, de gente pobre, nascido no meio de animais. Sem glória humana nenhuma. Deve ser rei, gente importante, o Deus todo poderoso, criador de céus e terra, não se limitaria à um estábulo.

Os religiosos da época não o aceitaram, as pessoas que eram responsáveis pelo culto a Deus não admitiam a Sua sabedoria, faltava-lhes entendimento.

Combinavam entre si, um modo de “pegar” Jesus em seus questionamentos. Um jeito de fazê-lO passar vergonha. Um jeito de Ele ser humilhado e os próprios serem exaltados em cima de sua falha. Esses são os fariseus.


E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar. E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas
. Mateus 22:34-40

A primeira lição é que os planos de Deus não se abatem. Por mais que haja um planejamento para um tropeço, Jesus se manteve firme. Ele conhece o coração de todos, sabia que não era uma dúvida verdadeira, mas um questionamento de sua verdadeira natureza. O Mestre responde a pergunta dando toda a glória devida a Deus e demonstrando sabedoria. Jesus sabia o que Lhe estava preparado, mas que sabia o tempo necessário para que tudo acontecesse. Jesus é superior a religiosidade! Acaba com teorias e costumes e vem com o verdadeiro propósito de criação de toda a humanidade, amar a Deus sobre todas as coisas! Louvado seja Deus, porque Ele é o único digno do nosso verdadeiro amor!

A segunda lição é que o amor de Deus é demonstrado por amor as vidas. Ao mesmo tempo em que Jesus nos mostra a importância de um verdadeiro sentimento por Deus, algo mais forte que qualquer padrão humano (de todo teu coração, de toda a tua alma e todo teu pensamento) Jesus já completa, há algo nas pessoas que precisam ser mudado. As pessoas estão carentes. Necessitam de amor, carinho, oração. Acabem-se os costumes, acabem-se as doutrinas, acabe-se a religião. Deus quer um relacionamento entre as pessoas, e também relacionar-Se com elas. Deus se importa conosco. Louvado seja Deus, porque Ele quer estar no meio de nós.
           
            A terceira e última lição é o amor é o primordial. Jesus está dizendo a mesma coisa que o Apóstolo Paulo disse, “sem amor, de nada valeria” (1 Cor. 13) . A religião está errada! Olhe para as pessoas ao redor, temendo conhecer a Deus. Olhe as crianças que não podem chegar perto dos templos. Cadê o amor? Cadê a vontade de freqüentarmos esse lugar e estarmos aqui em alegria? Cadê Deus em nossas vidas?  Louvado seja Deus porque esse sentimento é possível nEle.


A bíblia se resume no amor. Uma “palavrasem definições. Amar é um estilo de vida, e Deus é amor. Talvez, quando chegarmos aos braços de Deus, Ele nos dirá se vivemos corretamente. Vamos viver Deus?



Deus nos abençoe.



Mateus Machado
Colunista

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